... foram mais 8,5 km...
O prazer de correr voltou e voltou com tudo. De domingo para cá foram 35 km. Nesse último percurso (de quinta-feira), acumulei mais 8,5 km no meu Pegasus (Nike), um dos tênis que mais tenho gostado de correr, ao lado do Prorunner 12 (Mizuno). E olha que achei que não ia dar. Primeiro porque choveu e fez frio à tarde. Depois, porque o trabalho estava me prendendo e eu ainda queria sair com uns amigos à noite. Olhei para o relógio às 18h50 e pensei: agora ou nunca. Mas me deu preguiça de pegar o carro e ir até o Ibira. Resolvi que iria correr pelas ruas, pelas redondezas. Seria mais produtivo. Saí de casa correndo, quase um quilômetro depois estava na Av. José Maria Whitaker, que dá para correr pela calçada, passei por baixo de um viaduto da 23 de Maio e logo cheguei na Indianópolis. Já estava na marca dos 3 km. Se fosse para a direita, mais um pouco estaria no Ibira. A intenção, porém, era correr pela rua. Fui para a esquerda e encarei a Indianópolis, com direito a um trecho de subida. Na metade dessa avenida, poderia ter descido uma rua e estaria no caminho de volta, o que daria um total de 6 km. Decidi ir em frente. A Indianópolis acaba (ou começa?) na Avenida Jabaquara, pertinho da Igreja de São Judas. Passei em frente, fiz o sinal da cruz e uma promessa para conseguir algo que quero muito - se meu pedido for atendido corro 28 km (28 porque o Dia de São Judas é 28 de outubro). Mais um pouco e já estava pertinho de casa. No total, 8,5 km em 56 minutos, o que dá uma média de 6m38s por km. Correr na rua é muito gostoso. Mas tem que ter atenção redobrada. Na rua propriamente dita, cuidado com os carros. Na calçada os problemas são pisos irregulares, buracos, obstáculos. E ainda mais no horário que eu fui, a iluminação também não é das melhores. Mas me senti como num comercial - como aquele do Gatorade, onde o cara se imagina liderando uma prova. Na minha platéia, porém, apenas alguns moradores de rua. Engraçado como eles reagem, dando um "incentivo" do tipo "vai lá... um, dois, um dois..." (rsrsrs) ou apenas sorrindo. Correndo a gente descobre lugares e pessoas.
Escrito por Yara Achôa, jornalista às 01h03
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... estou em busca de personagens...
Inicio mais uma “caça a corredores” para uma matéria, rsrsrs. E mais uma vez envolve perda de peso. Os perfis que procuro: 1. Um corredor que sempre rodou bastante e em determinado momento, por algum motivo (gravidez, lesão, cirurgia), teve de parar e engordou. No retorno à atividade, para ajudar a recuperar o peso, sua idéia foi CORTAR CALORIAS. Preciso saber o que aconteceu depois: se procurou uma nutricionista, se passou fome... 2. Um corredor que para se livrar do excesso de peso resolveu CORTAR OS CARBOIDRATOS - pães, massas, etc. E que aconteceu depois... Perdeu peso? Teve mais vontade de doces? Como ficou a energia? E o que a nutricionista orientou? 3. Um corredor que, para enxugar alguns quilos, SÓ CONSUMIA ALIMENTOS ESPECÍFICOS PARA DIETAS, mas com ajuda de uma nutricionista passou a comer “alimentos de verdade”, como frutas, legumes, etc... 4. Um corredor iniciante, acima do peso, sempre cansado, com dores, diagnosticado como pré-diabético, por exemplo, que mudou a dieta e passou a se exercitar, emagrecendo e equilibrando seu estado de saúde, inclusive barrando o avanço do diabetes. 5. Um corredor que teve uma fratura por estresse, por exemplo, limitando sua rotina de treinos. E desde que deixou de cumprir sua quilometragem semanal, passou a ganhar peso. A saída para manter o peso equilibrado foi INTRODUZIR OUTRAS ATIVIDADES, como bike ou outras sem impacto. 6. Um corredor que desenvolvia uma boa quilometragem semanal que lesionou um músculo e teve de parar por alguns meses. E em pouco tempo ganhou vários quilos. Retornando à corrida, orientado por um professor, ACRESCENTOU TREINO DE FORÇA À ROTINA e começou a emagrecer. Quem se encaixar em algum dos perfis ou conhecer alguém que se encaixa, por favor mande um e-mail para yara.achoa@uol.com.br, colocando no título PERSONAGEM - PERDA DE PESO INTELIGENTE, contanto um pouco da sua história. Valeu!!
Escrito por Yara Achôa, jornalista às 18h15
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... mais um bom treino...
Tive de resolver um problema no Detran, coisa chata, que tira a gente do sério. Depois de algumas tentativas, hoje deu certo. E foi impressionantemente rápido. O Detran fica em frente ao Parque do Ibirapuera. Daí que foi inevitável e irresistível: dei uma pausa em tudo e corri meus 10 km às três horas da tarde. Como é gostoso o parque nesse horário. Se você tiver oportunidade experimente correr em um horário ou em um dia em que habitualmente seria impossível. Abra esse espaço para você e sinta-se renovado!
Já ouço falar a um tempão. Resisti um pouco, mas agora embarquei também no Twitter. Ainda estou engatinhando. Mas quem quiser me seguir por lá... http://twitter.com/yaraachoa
Escrito por Yara Achôa, jornalista às 22h07
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... tive uma companhia muito especial...
Na semana passada eu ensinei meu filho, o Antônio, de sete anos, a andar de bicicleta sem as rodinhas de apoio. Em uma tarde ele pegou o jeito e o gosto pela bike. Foi emocionante. E como ele ficou animado, hoje combinamos de ele andar de bicicleta e eu correr ao lado. Escolhemos o Parque das Bicicletas, pertinho do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, porque o espaço é mais amplo e mais apropriado para esse início. O tempo nublado também afastou as pessoas, então o local estava perfeito para nós. Que adorável companhia. Sou suspeita para falar, mas meu filho é incrível. Ele perguntou quantos kms meu "chefe" (treinador, rsrsrs) havia mandado eu correr hoje. Respondi que como estava sem treinador, não sabia quanto iria correr, mas que no domingo havia corrido 8 km. Daí o Antônio propôs: vamos fazer pelo menos 8 km, se a gente aguentar faz 10 km. Em um ritmo bem gostoso, completamos 9 km em 1h03m. Durante o percurso, conversamos, rimos, demos força um ao outro. Como diz o comercial, isso não tem preço.
Escrito por Yara Achôa, jornalista às 20h44
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